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Luiz Gustavo Amadei

Um espaço de contato com a psicanálise para além do consultório.

Rivotril e seu sucesso de vendas no Brasil

O remédio Rivotril é o segundo remédio mais vendido no Brasil. Seria isso algo necessariamente bom? Seria a melhor alternativa frente as questões psicológicas que perturbam todos nós em algum momento de nossas vidas?

O que é e para que serve a psicanálise?

Recolhi esse vídeo na internet. É um psicanalista espanhol que responde brevemente a pergunta do título. Vale a pena conferir quem nunca se deparou com uma análise.

Entrevista com Elisabeth Roudinesco para O Globo, em 2011

Apresento,  na íntegra, a interessante entrevista de Elisabeth Roudinesco para a jornalista Déborah Berlinck, que está no link: 

http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2011/10/22/elisabeth-roudinesco-ataca-inimigos-da-psicanalise-412600.asp

Segue a entrevista: Continue reading “Entrevista com Elisabeth Roudinesco para O Globo, em 2011”

Lacan – por Gilles Lapouge, em 18/10/1981

English: An image of the French philosopher Ja...
English: An image of the French philosopher Jacques Lacan. Français : Une image du philosophe français Jacques Lacan. Deutsch: Ein Bild der französische Philosoph Jacques Lacan. (Photo credit: Wikipedia)

Hoje e nos próximos dias apresentarei o texto publicado de Gilles Lapouge no Caderno Cultura do jornal O Estado de São Paulo, em 18/10/1981, sobre Lacan. Esse texto foi extraído de: http://www.ipla.com.br/estudos/artigos/lacan-por-gilles-lapouge.html e será dividido em algumas partes devido ao seu longo tamanho.

Aqui Gilles Lapouge escreve algumas linhas sobre a curta convivência que teve com Lacan. Continue reading “Lacan – por Gilles Lapouge, em 18/10/1981”

Lacan – por Gilles Lapouge, parte final

Segue a segunda parte do texto publicado de Gilles Lapouge no Caderno Cultura do jornal O Estado de São Paulo, em 18/10/1981, sobre Lacan. Esse texto foi extraído de: http://www.ipla.com.br/estudos/artigos/lacan-por-gilles-lapouge.html 

Drawing. Jacques Lacan, french psychoanalyst.
Drawing. Jacques Lacan, french psychoanalyst. (Photo credit: Wikipedia)


[…]A tese de Lacan inspira Salvador Dali e Genet. Continue reading “Lacan – por Gilles Lapouge, parte final”

Por que é tão difícil responder: Quem sou eu? – Parte II

Vimos na postagem anterior o início do processo de formação do eu pela antecipação da imagem especular. Agora, daremos seguimento a esse processo nos atentando, inicialmente, nessa imagem antecipada como forma, como Gestalt.

Quando a criança assume a imagem especular para si, através das correspondências reflexivas, ela está tomando para si uma forma de corpo, a qual é respaldada em suas próprias experiências.

Essa forma (Gestalt) de um corpo, ainda que ficcional, parece funcionar como aquilo que permite ao bebê potencializar os movimentos de seu corpo e dará condições para que haja um suporte para o Eu, mais adiante. Continue reading “Por que é tão difícil responder: Quem sou eu? – Parte II”

Por que é tão difícil responder: Quem sou eu? – Parte I

A intenção é apresentar, em linhas gerais, uma possibilidade de pensamento com base na psicanálise de Lacan acerca da dificuldade que todos nós temos em responder a pergunta: Quem sou eu? Continue reading “Por que é tão difícil responder: Quem sou eu? – Parte I”

Habemus papam

Na mesma semana em que o papa Francisco esteve no Brasil, eu assisti o filme Habemus papam. Pode-se dizer que o filme tem como assunto principal o conclave para a eleição de um novo papa e sua dificuldade em assumir o posto de sumo pontífice da Igreja Católica.

Ressalto que minha proposta não é discutir sobre os aspectos técnicos do filme. O que me interessou no filme foi o dilema vivido pelo personagem Melville, feito pelo ator Michel Piccoli, a saber: estar ou não estar preparado para assumir o papado.

Para que o leitor possa se situar no contexto do filme direi, rapidamente, que: assim que é eleito o novo papa, esse titubeia ao dizer se aceita ou não o papado. Seus colegas iniciam um canto e quase não se ouve ele dizer que aceita a missão. Entretanto, no momento em que os cardeais irão anunciá-lo na praça de São Pedro, para milhares de pessoas, o novo papa tem uma crise e não aparece em frente ao público. Continue reading “Habemus papam”

Os três mosqueteiros e a construção de um personagem

Como já disse em outro post, para mim um grande autor é aquele que consegue escrever várias coisas ao mesmo tempo em cada obra.

A intenção desse texto é mostrar um curioso aspecto da obra Os três mosqueteiros. Os dizeres seguintes não esgotam a experiência com o livro. Uma das características peculiares do livro de Alexandre Dumas é a diferença que o narrador tem entre apresentar D’Artagnan e todos os demais personagens. Continue reading “Os três mosqueteiros e a construção de um personagem”

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Psicólogo Renan S. Carletti

Reflexões sobre clínica e psicologia